Fantasma que opera

fantasma

Duas bocas em 14 dias. E a estranheza não passa. Tive uma crise de choro no domingo… tive uma crise de choro no sábado. Minhas sobrancelhas estão caindo, não consigo dormir as vezes. Mente a milhão. Vejo o mesmo horário no relógio umas 5 vezes por dia, me pergunto se ele pensa em mim? Gosto da ideia de que pensa… fico irritada por gostar disso. Tento me distrair.

Ele não foi bom pra mim. Me mudou de várias formas, me oprimiu e machucou… me feriu. Mas mesmo assim eu preferia estar brigando com ele, a estar por ai conhecendo os caras que eu conheço. Sinto falta da intimidade de poder falar qualquer coisa, de ter piadas internas, de ser eu mesma… sem máscaras, sem filtro. Tudo bem que nem sempre era o suficiente, quase nunca na verdade, mas sinto falta.

Só me abro neste blog. Pro mundo eu sou uma rocha, nem minha família sabe como eu estou. Sinto vontade de chorar todo dia, lembro das músicas, do sorriso, que saudades que dá. Abracei o boy do role de sábado. Ele também é bonito, alto, pinta de malandro… e eu só sinto nada. Nem frio na barriga, nem emoção… o beijo foi menos estranho, mas teve uma hora que eu pensei, paizinho, eu só queria que fosse meu ex, cortava meu braço pra que fosse ele.

Desativei meu twitter. Este blog esta pessoal demais pra ser divulgado assim. É quase como divulgar a minha alma. Vontade de largar tudo e sumir. Vontade de desaparecer.

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